segunda-feira, 26 de maio de 2008
Mezzaluna: altos e baixos
Não tenho câmera e nenhum colaborador se dispôs a comprar uma para mim... Aliás, acho que a foto não é de um prato do Mezzaluna, o restaurante-bar alvo de hoje, mas apenas de um prato de macarrão feio que o editor do site de onde roubei a foto arrumou na falta de ter uma câmera e etc...
Bom, não se engane com a figura. Os pratos do lugar tem um aspecto apetitoso. Mas o problema é a instabilidade. Fui duas vezes lá. Na primeira, pedi um peixe e o prato foi fraco, pouco temperado. Minha companheira gastronômica pediu um frango e, mesmo sendo frango, estava uma delícia!
Já na segunda vez pedi um risoto (tinha abobrinha, não lembro qual risoto era) e, para minha surpresa, o prato não foi fraco não: foi fraquíssimo! Já minha companheira pediu um macarrão, molho de tomate, filé eu acho. Foi muito gostoso.
Assim, duas visitas, duas desilusões e dois momentos de inveja e cobiça. Não exatamente o tipo de coisa que se pretende sentir ao ir em um lugar tido como um dos melhores de Goiânia pela concorrente VEJA.
O ambiente é muito bom na área interna, e sugiro desde já que destruam a área externa e façam melhor uso do bar. Sei que tal sugestão será ignorada, já que a maioria dos frequentadores prefere sentar nas cadeiras de plástico e curtir um sereno ao comer as famosas massas do local, mas seria ideal do ponto de vista estético.
O atendimento é variável: varia entre o muito bom e o muito ruim. Não chega, nunca, a ser péssimo. E geralmente só é ruim com a casa muito cheia. Os garçons procuram ser atenciosos e se sujeitam a dar dicas aos marinheiros de primeira viajem que não conhecem a casa e sempre perguntam o que mais sai, o que é melhor, o que ele acha, e isso por muitos e muitos minutos! Eu mesmo testei os garçons assim nas duas vezes e sempre foram atenciosos.
Assim, pretendo revisitar o lugar, porque acredito ainda em encontrar o prato ideal no dia ideal, mesmo que tenha de comer novamente algo como o risoto de abobrinha mal cozida. Já vi que isso é possível no lugar, e isso é vantagem em relação a média dos restaurantes avaliados.
Recomendo o lugar, tanto a dois como com os amigos.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Camarones al Ajillo
Bem...na falta das fotos dos restaurantes cujas críticas estão prontas (na minha cabeça, claro...), posto uma receita bem simples de Camarões!
Quem quiser, me informe um vídeo ou receita de algum prato bom, no nível alto desse blog, que poderei postar aqui.
Uso o espaço, ainda, para informar que o Risoto de Camarão do DALI estava muito abaixo da boa média histórica na última vez que fui lá (um mês atrás, creio eu)... sad, but true.
Espero não ter que avaliar mal o lugar por conta disso (sim, isso é um aviso... sei que os proprietários lêem o blog!)
Quem quiser pode fazer um prato desses e me convidar para que eu faça uma avaliação gourmet!
Quem quiser pode fazer um prato desses e me convidar para que eu faça uma avaliação gourmet!
segunda-feira, 5 de maio de 2008
CANDEEIRO BEER

Recentemente tive a oportunidade de conhecer o Candeeiro Beer, que fica próximo ao Cerrado e ao Restaurante China, na Avenida T4.
O lugar não é propriamente um restaurante. Se o fosse, seria muito fraco.
O lugar está mais para um bar, mas a comida é cara.
A comida que servem no rodízio (R$12,90 por pessoa) é fraca, mas serve para acompanhar a bebida e a conversa. Creio, no entanto, que o preço não condiz com a qualidade. Mas, certamente, condiz com a variedade, que é grande.
O melhor do rodízio foram as batatas fritas. Peça, se for no lugar, sempre, as batatas. E, quando servirem, certifique-se de colocar um prato grande somente para as batatas, porque elas demoram para chegar à mesa.
Assim, quase não avaliei o lugar, já que as semelhanças do lugar são com redes de fast food, e não com restaurantes. O lugar tem um bufe central, mas a comida lá é mais fraca do que a que servem no rodízio. O melhor nesse bufe, só para se ter uma idéia, é o ovo de codorna!
O atendimento é excelente. Se tivesse uma boa música (a do lugar é sertaneja, e da última vez que olhei, isso era um lixo) e boa comida (e não só muita comida), o lugar seria muito legal! Não um restaurante legal, mas um bar legal! Não um bar com saídas gastronômicas boas, mas um bar como quase todos os outros: medíocre.
Aliás, não vou avaliar mais o lugar. Ele não é um restaurante, mas um bar. E, apesar de falarmos sobre bares aqui no blog, esse não tem muito que nos atraia a tecer críticas culinárias. Só me dignei a escrever isso aqui por falta de fotos de outros restaurantes, cujas críticas estão elaboradas.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
kABANA'S: desilusão platônica
-o melhor para petiscar
-a melhor happy hour
Super Excelente! Se você quer petiscar, beber vinho ou ter um happy hour depois de horas medíocres de escritório, vá e se esbalde naquele tumulto. E mude de página, vá no http://www.google.com/ e digite algo interessante para continuar sua estadia na internet...
Se, no entanto, quer saber da comida do Restaurante do lugar, pode continuar lendo a página. Isso porque eu tive a oportunidade de experimentar dois pratos do lugar, e agora posso expressar minhas opniões.
O lugar destoa inteiramente do ambiente do bar. Este, sempre cheio e barulhento, como qualquer bar em que as pessoas apreciam trocas de olhares e algum tipo de carne na chapa. Aquele, é como na foto ao lado: requintado, mas vazio.
Não que vazio seja ruim, mas é desconfortável quando você é a única pessoa no lugar.
Fui acompanhado, e isso deu liberdade para eles servirem, sem perguntar, um couvert baratinho (R$ 9,00)....POR PESSOA (R$9,00 x 2).
Ok....ok.....tinha patê de fígado, e eu gosto disso. E azeitonas decentes. Mas por R$9,00, ou melhor, R$18,00, eles podiam, ao menos, perguntar.
Mas dinheiro não era o problema. O problema era o PATO. Sim, a sopa de pato que serviram como se fosse um risoto. O arroz boiava, e isso me lembrou de canja, um prato terrível.
O pato eu não sei se era bom, porque eu tive que solve-lo em um caldo mal temperado, e não podia beber menos rapidamente: era vital me ver livre daquele horror.
Para minha companheira, eu não podia revelar o terror que aquilo era para mim, porque fui eu que insisti para irmos. Ela, ao menos, comeu um prato que só era ruim, não terrível, e do qual não me digno a reportar porque esta coluna já está enorme e porque aquilo só me traz lembranças ruins...
Logo, a nota é a menor de todas, porque o garçom, apesar de educado e tal, não me lembrou do couvert que serviram desrespeitosamente. E, para piorar tudo, ainda me recomendou o Pato, o Risoto-sopa de pato. "É um excelente prato". Ainda me lembro das suas palavras, arauto do horror...

segunda-feira, 2 de julho de 2007
Pizzaria Pitigliano
Pizza está longe de ser minha especialidade. Nem sei se posso considerá-la um prato. Na ausência de coisa mais ortodoxa para avaliar, coloquemos esta casa-de-lanches (de respeito, diga-se) para abrir o mês de julho neste blog.
As massas das pizzas têm espessura mediana. Nem tão grossas como as da Pizza-Hut (ufa!) e nem tão finas que se possa ver o outro lado, como apraz a algumas casas do ramo, que acham que pizza significa recheio sobre papel. Escolhemos o acompanhamento das bordas de catupiry, o que assegurou sabor – e calorias – a mais. Vejamos uma a uma as pizzas escolhidas:
Strogonoff: não deve ser encarada como pizza, mas como um Frankenstein gastronômico. A existência de uma massa por baixo é elemento meramente casual. A carne é macia, o que garante uma boa avaliação, mas a batata palha amolece e perde sua crocância original após pouco tempo de espera.
Via luce: bom aperitivo. Não tem sabor marcante e peca pela falta de graça.
Fillet: devia estar muito boa, pois não sobrou nenhum pedaço para eu provar. Meus colegas de mesa que se ocupem na avaliação desta.
Ricota com tomate seco: saborosa, ainda que a intenção não seja esta. Pizzas com temática natureba, como esta e a de rúcula (!), estão para o cardápio assim como a alface está para 90% dos pratos: elemento decorativo. A ricota com tomate seco da Pitigliano subverteu esta regra nefasta e mostrou-se virtuosa.
Pizzas sem queijo**: sem comentários.
De uma maneira geral, a Pitigliano merece uma ótima avaliação. Sua boa decoração e a qualidade de suas pizzas a colocam em lugar de destaque entre seus pares. Avaliando em comparação com as demais pizzarias, creio que merece um Graduada, com louvor.
As massas das pizzas têm espessura mediana. Nem tão grossas como as da Pizza-Hut (ufa!) e nem tão finas que se possa ver o outro lado, como apraz a algumas casas do ramo, que acham que pizza significa recheio sobre papel. Escolhemos o acompanhamento das bordas de catupiry, o que assegurou sabor – e calorias – a mais. Vejamos uma a uma as pizzas escolhidas:
Strogonoff: não deve ser encarada como pizza, mas como um Frankenstein gastronômico. A existência de uma massa por baixo é elemento meramente casual. A carne é macia, o que garante uma boa avaliação, mas a batata palha amolece e perde sua crocância original após pouco tempo de espera.
Via luce: bom aperitivo. Não tem sabor marcante e peca pela falta de graça.
Fillet: devia estar muito boa, pois não sobrou nenhum pedaço para eu provar. Meus colegas de mesa que se ocupem na avaliação desta.
Ricota com tomate seco: saborosa, ainda que a intenção não seja esta. Pizzas com temática natureba, como esta e a de rúcula (!), estão para o cardápio assim como a alface está para 90% dos pratos: elemento decorativo. A ricota com tomate seco da Pitigliano subverteu esta regra nefasta e mostrou-se virtuosa.
Pizzas sem queijo**: sem comentários.
De uma maneira geral, a Pitigliano merece uma ótima avaliação. Sua boa decoração e a qualidade de suas pizzas a colocam em lugar de destaque entre seus pares. Avaliando em comparação com as demais pizzarias, creio que merece um Graduada, com louvor.
** Tais anomalias invadem a mesa somente graças à presença de meu ilustre colega de blog, o Patrulheiro Brilhante. Como entender a ausência de mussarela?! Um bom queijo, se bem utilizado, tem o poder de provocar um conflito armado. Não desprezemos esta iguaria tão disputada. Ao renegar a mussarela, o consumidor de pizza deixa de lado uma das estrelas do prato. É como montar a peça Otelo e retirar Iago, o vilão perfeito.
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Cateretê Oeste
Após a festa de colação de grau de Engenharia Elétrica da UFG, turma de 2006, nos dirigimos para este charmoso restaurante, escondidinho ao lado da Praça Tamandaré. A turma fechou o local para uma festa particular e restringiu o cardápio a petiscos, mas há uma bela margem para avaliações.
As lingüiças fritas são muito bem temperadas. Quando acompanhadas de mandioca e consumidas na temperatura ideal – algo nem tão fácil, observando a climatização do ambiente –, formam um prato de respeito.
A fraldinha maturada tem o dom de converter vegetarianos – esses tolos – em carnívoros inveterados. Esta peça de carne bovina é, in natura, saborosíssima, guardando como único demérito o fato de ser ligeiramente dura e de aspecto pouco nobre. O processo de maturação elimina esses problemas. Quem opta por tiras mais grossas se delicia com uma carne suculenta e de sabor marcante. Ótimo pedido.
O excelente chopp Brahma acompanha muito bem os pratos, com a vantagem de ser, por si só, uma respeitável peça de degustação.
Ainda que não seja exatamente um restaurante romântico, a sofisticação do ambiente faz deste um ótimo programa para se ir a dois, sobretudo em datas de aniversário de namoro ou casamento.
Esplêndido, com forte potencial a Ula-lá. Deixemos para avaliações futuras, que haverão de ser mais completas.
As lingüiças fritas são muito bem temperadas. Quando acompanhadas de mandioca e consumidas na temperatura ideal – algo nem tão fácil, observando a climatização do ambiente –, formam um prato de respeito.
A fraldinha maturada tem o dom de converter vegetarianos – esses tolos – em carnívoros inveterados. Esta peça de carne bovina é, in natura, saborosíssima, guardando como único demérito o fato de ser ligeiramente dura e de aspecto pouco nobre. O processo de maturação elimina esses problemas. Quem opta por tiras mais grossas se delicia com uma carne suculenta e de sabor marcante. Ótimo pedido.
O excelente chopp Brahma acompanha muito bem os pratos, com a vantagem de ser, por si só, uma respeitável peça de degustação.
Ainda que não seja exatamente um restaurante romântico, a sofisticação do ambiente faz deste um ótimo programa para se ir a dois, sobretudo em datas de aniversário de namoro ou casamento.
Esplêndido, com forte potencial a Ula-lá. Deixemos para avaliações futuras, que haverão de ser mais completas.
sábado, 17 de março de 2007
Cafe au Chocolat
Espero ter escrito o nome corretamente. Caso contrário, estaria cometendo uma grande injustiça com este elegante Café localizado na Av. T-10.
Para avaliar, optamos por cafés diversos. O meu Café Vienense era suave e aromado, com uma camada de chocolate condizente com meus anseios. No entanto, estava menos gelado do que o ideal, o que evidenciou uma pequena ausência do sabor do café.
O ambiente é muito bom para uma conversa entre amigos ou para um programa a dois. A decoração temática, ainda que ligeiramente tímida com seus poucos artigos cafeeiros espalhados pelos ambientes, constitui atrativo a mais na composição do clima.
Música ao vivo de qualidade é oferecida a um preço módico, tendo em vista o que se paga em média pelas apresentações de qualidade duvidosa que ocorrem nos bares goianienses.
Os atendentes transmitiam ar de inexperiência, o que não gerou, todavia, qualquer inconveniente.
Por se localizar nas antigas instalações da famigerada Avestruz Master, o Cafe au Chocolat pode sucitar más recordações aos investidores frustrados. Mais uma vez, o azar é deles, visto que perderiam (novamente) uma ótima oportunidade... (desculpem a piada com a desgraça alheia, mas o trocadilho pareceu-me irresistível)
Acima da média
P.S.: Os "espressos", como os Cafés costumam denominar suas especialidades, têm nome que soa estranho aos desinformados freqüentadores de primeira viagem. Se alguém souber o exato motivo desse pequeno desvio vernacular, favor enriqueça o presente tópico.
Para avaliar, optamos por cafés diversos. O meu Café Vienense era suave e aromado, com uma camada de chocolate condizente com meus anseios. No entanto, estava menos gelado do que o ideal, o que evidenciou uma pequena ausência do sabor do café.
O ambiente é muito bom para uma conversa entre amigos ou para um programa a dois. A decoração temática, ainda que ligeiramente tímida com seus poucos artigos cafeeiros espalhados pelos ambientes, constitui atrativo a mais na composição do clima.
Música ao vivo de qualidade é oferecida a um preço módico, tendo em vista o que se paga em média pelas apresentações de qualidade duvidosa que ocorrem nos bares goianienses.
Os atendentes transmitiam ar de inexperiência, o que não gerou, todavia, qualquer inconveniente.
Por se localizar nas antigas instalações da famigerada Avestruz Master, o Cafe au Chocolat pode sucitar más recordações aos investidores frustrados. Mais uma vez, o azar é deles, visto que perderiam (novamente) uma ótima oportunidade... (desculpem a piada com a desgraça alheia, mas o trocadilho pareceu-me irresistível)
Acima da média
P.S.: Os "espressos", como os Cafés costumam denominar suas especialidades, têm nome que soa estranho aos desinformados freqüentadores de primeira viagem. Se alguém souber o exato motivo desse pequeno desvio vernacular, favor enriqueça o presente tópico.
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
Caicó
O Caicó é um achado. Apesar de se situar no setor mais badalado de bares e restaurantes da capital, o Marista, fica escondidinho entre prédios residenciais, com a aparência de uma casa.
O sempre geladíssimo chopp Brahma, de indiscutível qualidade, garante as boas vindas ao freqüentador. Pedimos a especialidade da casa, a picanha ao sol completa (R$ 45,00). O prato vem com guarnições generosas, constituindo boa refeição para 4 pessoas. A carne presta um grande favor ao freqüentador, pois oferece pouquíssima resistência ao ser saboreada – literalmente desmancha na boca. A paçoca e o feijão verde têm um tempero excelente, fazendo deles ótimos acompanhamentos ao prato principal.
Méritos e aplausos para a fidelidade da casa à qualidade. Iguarias como a casquinha de siri, geralmente um prato muito controverso, que em alguns restaurantes leva folhinhas (incógnitas) e até mesmo farinha de trigo (o pretexto é a “liga” da massa!), recebem tratamento respeitável no Caicó. Tamanha a falta de seriedade de algumas casas com o prato que já cheguei a encontrar nele espinha de peixe, algo que nem Darwin conceberia. Este constrangimento o Caicó não reserva aos seus freqüentadores, pois possui a melhor casquinha da cidade.
Recomendável para ir com a família ou em qualquer ocasião em que a prioridade é comer muito bem e pagar o preço justo. O atendimento, apesar de atencioso, deixa algo a desejar. A falta de pessoal gera problemas quando a casa fica um pouco mais cheia.
Precisamos de um novo item na nossa escala de avaliação: acabo de criar o “Caicó”, algo entre o Esplêndido e o Ula-lá.
O sempre geladíssimo chopp Brahma, de indiscutível qualidade, garante as boas vindas ao freqüentador. Pedimos a especialidade da casa, a picanha ao sol completa (R$ 45,00). O prato vem com guarnições generosas, constituindo boa refeição para 4 pessoas. A carne presta um grande favor ao freqüentador, pois oferece pouquíssima resistência ao ser saboreada – literalmente desmancha na boca. A paçoca e o feijão verde têm um tempero excelente, fazendo deles ótimos acompanhamentos ao prato principal.
Méritos e aplausos para a fidelidade da casa à qualidade. Iguarias como a casquinha de siri, geralmente um prato muito controverso, que em alguns restaurantes leva folhinhas (incógnitas) e até mesmo farinha de trigo (o pretexto é a “liga” da massa!), recebem tratamento respeitável no Caicó. Tamanha a falta de seriedade de algumas casas com o prato que já cheguei a encontrar nele espinha de peixe, algo que nem Darwin conceberia. Este constrangimento o Caicó não reserva aos seus freqüentadores, pois possui a melhor casquinha da cidade.
Recomendável para ir com a família ou em qualquer ocasião em que a prioridade é comer muito bem e pagar o preço justo. O atendimento, apesar de atencioso, deixa algo a desejar. A falta de pessoal gera problemas quando a casa fica um pouco mais cheia.
Precisamos de um novo item na nossa escala de avaliação: acabo de criar o “Caicó”, algo entre o Esplêndido e o Ula-lá.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
ÁFRICA
África é um bar próximo ao Goiânia Shopping que, apesar do nome, pouco tem de temático. A começar pela decoração, que pelos preços cobrados deveria ser bem melhor acabada e bem mais detalhada. A única parte que realmente lembra a África na nossa experiência para o Goiânia Gourmet é a parte externa dos banheiros, que têm alguns desenhos e uma escultura. No mais, a decoração é fraca.
Quanto a comida, pode-se dizer que o torresminho agrada mais do que o escondidinho de bacalhau. Comparando-se os preços (R$ 19,00 pelo escondidinho de bacalhau e menos da metade disso pelo torresminho frito), isso se mostra algo estarrecedor. Mas tudo tem explicação: o torresminho não tem como ser falsificado por adjacencias, enquanto o escondidinho de bacalhau tinha muita massa para esconder, literalmente e bem escondido, o bacalhau.
É bem possível que outros patros do lugar sejam bons, mas nosso comparativo mostra que é possível que o lugar tenha altos e baixos que são muito negativos. Além disso, não há nenhuma opção gastronômica que lembre a África. Não que eles precisem servir etílopes assados, mas bem que uns dois ou três pratos diferentes e que lembrem o continente perdido cairia bem no cardápio e, certamente, aumentaria a nota do bar-restaurante.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
TRIBO DO AÇAÍ
O prato é delicioso. Se você não é fresco, irá apreciar o petisco, apesar dele lembrar um hot-dog nos quesitos "sujeira" e "malabarismo para comer".
Uma sugestão para a casa é tentar fazer os nachos resistirem mais tempo à cobertura sem ficarem encharcados e moles.
O espaço é agradável, apesar de muito cheio algumas vezes. Ainda assim pode-se manter uma conversa amigavel com a namorada no espaco interno sempre. E pode-se reunir os amigos no espaço externo sem problemas ou preocupações.
Os preços são os de qualquer lanchonete badalada, o que significa que R$ 9,90 para duas pessoas lancharem o petisco acima está até "em conta".
E, antes de terminarmos, o açaí do lugar é muito bom.
A nota, portanto, é "acima da média", talvez com perspectivas de um "graduado".
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
CHOPP 10
O CHOPP 10 é um programa híbrido, de tal forma que não me disponho a comentar seu ambiente de dança. Este me recusei a avaliar por questões de higiene pessoal. Foquemos seu restaurante.
O petisco avaliado - lingüiça - se saiu bem. Frito na medida, pouco oleoso e com uma farofa talentosa - pena que esta última estivesse um tanto sem graça, pela falta de uma visita à panela amanteigada - o tira-gosto é bem cotado por ser mais generoso do que a concorrência.
A porção de bolinhos de bacalhau também é uma boa pedida pelo preço - R$ 9,90 por 24 bolinhos do tamanho de uma moeda de um real -, mas ofende um pouco os paladares exigentes com a ausência da estrela principal. O peixe salgado não deixou mais do que uma essência Knorr no prato.
Uma bela e torrencial chuva serviu para mostrar uma faceta do estabelecimento até então pouco conhecida: o potencial para esportes náuticos. Impressionou a quantidade de água vertida sobre as mesas e telões do local, o que me fez cogitar a viabilidade de uma sessão de wakeboard. Como engenheiro, diria que metade dos equipamentos sofreu avaria permanente, enquanto a outra metade estava desligada. Bem verdade que o temporal que assolou Goiânia naquele sábado fora contundente, mas isto pouco serve de atenuante. Poderia apostar que até mesmo o odiável Boteko do João se sairia melhor no "teste físico".
É um programa para se fazer em grupo; não recomendo a perda de um sábado a dois em tal local. O conjunto da obra poderia ser melhor.
O petisco avaliado - lingüiça - se saiu bem. Frito na medida, pouco oleoso e com uma farofa talentosa - pena que esta última estivesse um tanto sem graça, pela falta de uma visita à panela amanteigada - o tira-gosto é bem cotado por ser mais generoso do que a concorrência.
A porção de bolinhos de bacalhau também é uma boa pedida pelo preço - R$ 9,90 por 24 bolinhos do tamanho de uma moeda de um real -, mas ofende um pouco os paladares exigentes com a ausência da estrela principal. O peixe salgado não deixou mais do que uma essência Knorr no prato.
Uma bela e torrencial chuva serviu para mostrar uma faceta do estabelecimento até então pouco conhecida: o potencial para esportes náuticos. Impressionou a quantidade de água vertida sobre as mesas e telões do local, o que me fez cogitar a viabilidade de uma sessão de wakeboard. Como engenheiro, diria que metade dos equipamentos sofreu avaria permanente, enquanto a outra metade estava desligada. Bem verdade que o temporal que assolou Goiânia naquele sábado fora contundente, mas isto pouco serve de atenuante. Poderia apostar que até mesmo o odiável Boteko do João se sairia melhor no "teste físico".
É um programa para se fazer em grupo; não recomendo a perda de um sábado a dois em tal local. O conjunto da obra poderia ser melhor.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2006
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
BUTEKO DO JOÃO
O Buteko do João serve coelho como petisco especial para o festival "De Bar em Bar".
O prato é feio como o lugar, mas ao menos é coelho!
Se a fome não for muita, aguardar 20 minutos e ser mal tratado pelos garçons serão barreiras vencidas pelo apetite por coelhos e tartarugas (outro prato especial do lugar).
É pior que fast food pelo conjuto da obra, mas coelhos e tartarugas são criaturas adoráveis dentro de meu estômago. Quando o Buteko servir coelho no Buena Vista irei visitá-los novamente. Mas o Buteko original só me receberá novamente quando mudar de nome e dono.
A nota para o lugar é "MEDÍOCRE", pois o lugar é horrível, tem péssimo atendimento e fecha cedo.
BEIRA MAR
O restaurante, simplesmente, não tem decoração.
O petisco disponível por conta do festival "De Bar em Bar", carne de sol com bolinho de bacalhau, é delicioso. Mas é tão pouco que não alimenta um homem, quanto mais um casal.
Ainda é melhor que fast food (até porque foi rápido para ficar pronto), mas não é muito melhor que isso.
A nota, portanto, é "PODERIA SER MELHOR".
sábado, 23 de dezembro de 2006
DALI Bar e Taberna
Assim, o DALI Bar e Taberna é outro espaço agradável da cidade.
Já quanto a comida, o prato mais em conta é o "Plato Combinado", que é ideal para grupos de amigos que querem beber.
As opções para casais que experimentei foram o salmão e o risoto de camarão, todos bons mas um pouco abaixo da média para o preço pedido.
Assim, a nota do lugar é "ACIMA DA MÉDIA", pois o ambiente é excelente e a cozinha poderia ser melhor.
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