Pizza está longe de ser minha especialidade. Nem sei se posso considerá-la um prato. Na ausência de coisa mais ortodoxa para avaliar, coloquemos esta casa-de-lanches (de respeito, diga-se) para abrir o mês de julho neste blog.
As massas das pizzas têm espessura mediana. Nem tão grossas como as da Pizza-Hut (ufa!) e nem tão finas que se possa ver o outro lado, como apraz a algumas casas do ramo, que acham que pizza significa recheio sobre papel. Escolhemos o acompanhamento das bordas de catupiry, o que assegurou sabor – e calorias – a mais. Vejamos uma a uma as pizzas escolhidas:
Strogonoff: não deve ser encarada como pizza, mas como um Frankenstein gastronômico. A existência de uma massa por baixo é elemento meramente casual. A carne é macia, o que garante uma boa avaliação, mas a batata palha amolece e perde sua crocância original após pouco tempo de espera.
Via luce: bom aperitivo. Não tem sabor marcante e peca pela falta de graça.
Fillet: devia estar muito boa, pois não sobrou nenhum pedaço para eu provar. Meus colegas de mesa que se ocupem na avaliação desta.
Ricota com tomate seco: saborosa, ainda que a intenção não seja esta. Pizzas com temática natureba, como esta e a de rúcula (!), estão para o cardápio assim como a alface está para 90% dos pratos: elemento decorativo. A ricota com tomate seco da Pitigliano subverteu esta regra nefasta e mostrou-se virtuosa.
Pizzas sem queijo**: sem comentários.
De uma maneira geral, a Pitigliano merece uma ótima avaliação. Sua boa decoração e a qualidade de suas pizzas a colocam em lugar de destaque entre seus pares. Avaliando em comparação com as demais pizzarias, creio que merece um Graduada, com louvor.
As massas das pizzas têm espessura mediana. Nem tão grossas como as da Pizza-Hut (ufa!) e nem tão finas que se possa ver o outro lado, como apraz a algumas casas do ramo, que acham que pizza significa recheio sobre papel. Escolhemos o acompanhamento das bordas de catupiry, o que assegurou sabor – e calorias – a mais. Vejamos uma a uma as pizzas escolhidas:
Strogonoff: não deve ser encarada como pizza, mas como um Frankenstein gastronômico. A existência de uma massa por baixo é elemento meramente casual. A carne é macia, o que garante uma boa avaliação, mas a batata palha amolece e perde sua crocância original após pouco tempo de espera.
Via luce: bom aperitivo. Não tem sabor marcante e peca pela falta de graça.
Fillet: devia estar muito boa, pois não sobrou nenhum pedaço para eu provar. Meus colegas de mesa que se ocupem na avaliação desta.
Ricota com tomate seco: saborosa, ainda que a intenção não seja esta. Pizzas com temática natureba, como esta e a de rúcula (!), estão para o cardápio assim como a alface está para 90% dos pratos: elemento decorativo. A ricota com tomate seco da Pitigliano subverteu esta regra nefasta e mostrou-se virtuosa.
Pizzas sem queijo**: sem comentários.
De uma maneira geral, a Pitigliano merece uma ótima avaliação. Sua boa decoração e a qualidade de suas pizzas a colocam em lugar de destaque entre seus pares. Avaliando em comparação com as demais pizzarias, creio que merece um Graduada, com louvor.
** Tais anomalias invadem a mesa somente graças à presença de meu ilustre colega de blog, o Patrulheiro Brilhante. Como entender a ausência de mussarela?! Um bom queijo, se bem utilizado, tem o poder de provocar um conflito armado. Não desprezemos esta iguaria tão disputada. Ao renegar a mussarela, o consumidor de pizza deixa de lado uma das estrelas do prato. É como montar a peça Otelo e retirar Iago, o vilão perfeito.